Dakhla

To see the photos, click here.

We had a week off in Dakhla to kitesurf (get the map, is a small bay in the Western Sahara).  At first we were a bit upset we didn’t get to stay at the kitesurf camp, but soon realised staying in the city was quite cool.

 

We got to kitesurf every day, and at the end of the day, we would return to the hotel and go for a short walk around town.  Camel sandwiches, sweet pastries and freshly made smoothies were our teatime treats on the various shops we found.

 

The city is larger than it appears, and it somehow has a Mediterranean feeling with shops closed for siesta and crowds of people walking about and enjoying the seaside seating at sunset and into the night.  I was surprised to see how busy Dakhla streets get at 9PM.  Still, and despite the hotel being full, they don’t get much tourism and I could not find a single postcard for sale.

 

The people were very friendly, especially when they found that S. was Indian.  A man literally bursted into singing Bollywood themes for him (not for me, I was just the translator).  Is the guy with the high-vis vest in the photos.

Our driver, a Sahrawi, also loved S. because they had the same skin colour and treated S. like a son.  Once again, I was just the translator.

 

And after a full week in Morocco, I didn’t get to eat couscous.  I definitely have to go back.

 

Para ver as fotos, é carregar aqui.

Fomos uma semana fazer kitesurf para Dakhla (uma baía no Sahara Ocidental, é ver no mapa).  Estávamos um pouco chateados por nao ter conseguido alojamento no campo de kite, mas acabámos por gostar imenso de estar na cidade.

 

Todos os dias fizemos kitesurf, e ao fim do dia voltávamos para a cidade onde iamos dar uma volta e lanchar.  Sandes de camelo, bolos da pastelaria e batidos de fruta fescos  enchiam-nos o estomago até ao jantar.

 

A cidade é bastante maior do que parece, e apesar de ser no meio do deserto tem o seu que de mediterraneo, com as lojas fechadas ‘a hora da sesta e muita gente a passear na avenida ‘a beira mar ao por do sol ou sentada nas esplanadas a beber chá.  Fiquei surpreendida com as multidoes que estavam na rua ‘as 9 da noite.  Apesar do hotel estar cheio, eles nao teem muito turismo, de tal maneira que nao encontrei um único postal ‘a venda.

 

As pessoas eram muito simpáticas, especialmente quando descobriam que o S. era Indiano.  De tal maneira que um homem desatou a cantar múscas de Bollywood só para o S (que eu só servia para traduzir).  O cantor aparece nas fotos com um colete reflector.

O nosso condutor, um homem do deserto, também adorou o S porque tinham a mesma cor de pele e tratava-o como um filho.  Mais uma vez, eu só traduzia…

 

E pronto, ao fim de uma semana em Marrocos viemos embora sem nunca comer cuscus.  Está claro que vou ter de voltar!

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