Diário de bordo / Travel journal

Dalyan, Turquia

A viagem no voo charter não foi má de todo. Apesar de não haver cinema e os comes e bebes serem pagos, passei a viagem a ler o guia comprado à última da hora no aeroporto num lugar numa saída de emergência (parece que há quem pague mais por estes lugares mas foi o que nos calhou).  A informação sobre os sítios a visitar e coisas a fazer era escassa para o nosso destino. Bom sinal diria eu.

Ao chegar, uma massa humana maioritariamente britânica e russa tentava passar o controlo da imigração e seguir para o autocarro que os levaria ao resort o mais depressa possível.

Fomos à agência levantar o carro, que vinha sem gasolina nenhuma, e seguimos em busca duma bomba e do hotel. O Sun tentou conduzir mas eu preferi pegar no volante ao fim de 500 metros. Meia hora depois chegamos ao hotel onde nos esperava uma vista soberba sobre o rio e os túmulos de Lycia.

Os turcos parecem portugueses; ou os portugueses parecem turcos não sei. Há cabelos louros e morenos. Há peles brancas como na escandinávia e peles morenas como na índia. E parecem ser todos simpáticos.

Na rua há figueiras, amoreiras, oliveiras e outras árvores que reconheço. As casas tem quintais com galinhas e o barulho dos pássaros parece o de uma aldeia portuguesa no verão. Há muitas familiaridades mas é diferente. A luz é claramente diferente.

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The trip on a charter flight was not bad. Despite the lack of entertainment and free food we got premium extra leg room seats (apparently you pay for these, according to some ladies behind us) and I read the travel guide purchased last minute at the airport. Not much info on our destination, which I assume is a good sign.

On landing, a mass of British and Russians was slowly passing through immigration and rushing to their resort transfer bus.  We headed to the rent a car agency and got an empty tank Renault.

Sun took the wheel but 500 metres down the road we changed seats and went on searching for the hotel. On arrival, amazing views over the river and tombs of Lycia awaited us.

Turks seem friendly and very much like Portuguese. There’s all colours of hair and eyes and skin tones range from scandi white to olive tan.

The streets are framed with fig, olive and mulberry trees and the houses have chickens roaming in the garden. The sounds are like the ones of a Portuguese village in the summer. Quite similar but different. The light is definitely different.

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One thought on “Diário de bordo / Travel journal

  1. Ainda bem que a viagem correu bem. Realmente somos um pouco parecidos com os turcos… somos todos ciganos!

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