Scotland

Isto nem de proposito… na televisao estao a passar o “Braveheart” e eu a escrever sobre as ferias que tive com a familia… na Escocia!
Fomos de Londres para Edimburgo durante 5 horas de comboio, 2 noites em Edimburgo, mais 4 horas de comboio para Inverness, 2 noites la’ e regresso a Londres de aviao.
A Escocia e’ muito interessante, limpa e um pais onde as pessoas sao extremamente simpaticas. Desde o condutor do autocarro contar a historia de Edimburgo ate’ uma transeunte se disponibilizar a orientar 4 turistas debaixo duma chuvada, toda a gente oferecia informacoes sem sequer as pedirmos.
As atraccoes principais da Escocia sao, para alem do monstro e do whiskey aos quais voltarei mais tarde, as gaitas de foles, os kilts e haggis. Estes ultimos encontram-se praticamente por todo o lado e as gaitas chegam mesmo ao ponto de se tornar um bocado irritantes… quer dizer, o gajo que as toca!
 
Em Edimburgo demos varias voltas pela cidade nos autocarros “Lothian”, o equivalente aos SMTUC mas com dois pisos. Fomos visitar o castelo, onde estava um frio imsuportavel apesar de ser final de Primavera e seguimos pela “Royal Mile” abaixo ate ao novo parlamento, um belo edificio do Miralles. Pelo meio paramos numa pequena casa que e’ o museu de Edimburgo e tentamos apanhar os coelhos que abundam na encosta do castelo mas sem sucesso, pois eles teem mais pratica que eu a correr monte acima.
Fomos ainda ate’ Calton Hill onde esta’ um monumento que se assemelha ao Templo de Diana em Evora mas que nao consegui perceber o porque de aquilo ali estar. Talvez queiram criar uma nova acropole…
Continuando na onda de sitios miticos/misticos fui ‘a capela de Rosslyn. A capela e’ muito fixe e tem uma vista fantastica de montes e vales. Aquilo esta’ mesmo no meio do nada e cada cm2 de pedra da capela tem mais trabalho que qualquer catedral ou se’ que eu tenha visto ate’ agora.
 
Para as refeicoes, decidimos optar pelos pubs e gastronomia local portanto tive de provar haggis. Nao era a minha intencao mas como estes ja vinham abertos decidi tirar um bocadinhinho (sim, era mesmo pequenino) e provar. Aquilo ate’ nem sabe mal, mas a ideia da coisa nao me convence, tal como as nossas iguarias semelhantes. Em Edimburgo tivemos ainda o prazer de ver muitos homens de kilt, tanto os que trabalham no castelo como alguns homens na rua e, claro, em frente ao parlamento la’ estava um jovem no seu fato tradicional a tocar a gaita… pena e’ que de vez em quando a coisa saia um bocado desafinada e era doloroso ouvi-lo.
 
Voltando agora ‘a Nessie e ao whiskey… aquando do planeamento da viagem decidimos tirar aproximadamente 24 horas para Inverness. Um sitio que eu desconhecia ate’ tentar descobrir onde era o Loch Ness e como e que la’ chegava. Inverness e’ a capital das “Terras Altas” e nao tem muito para fazer. Ali perto e’ o Loch Ness, as destilarias de todos os whiskeys “Glen” e as Highlands, uma zona fantastica para caminhadas e passeios pedestres.
 
Chegados a Inverness ‘a hora de jantar tivemos hipotese de apreciar o facto de estarmos a uma latitude superior ‘a de Oslo e esteve sempre luz, nunca chegando mesmo a ser noite escura, apesar do ceu cinzento constante.
Na manha seguinte fomos ate ao turismo tentar descobrir como poderiamos ver o Loch Ness e uma destlaria no mesmo dia mas parecia tarefa impossivel. Felizmente, a “pontualidade Britanica” existe na Escocia e conseguimos tudo com um intervalo de meia hora para comprar uma sandes para o almoco e bilhetes para o autocarro. Novamente a hospitalidade dos escoceses revelou-se no autocarro quando o motorista não so’ se ofereceu para nos deixar ‘a porta da destilaria (onde não havia paragem) mas tambem se ofereceu para, no regresso da sua viagem e final da nossa visita nos apanhar e trazer de volta a Inverness!
Uma destilaria de whiskey tem essencialmente whiskey em todas as suas fases, ou seja, desde o grao de cereal ate’ ao casco onde fica a envelhecer. Claro que no final havia uma prova ‘a maneia escocesa, ou seja, a agua vai-se acrescentando a cada gole.
 
Com ainda umas horas livres na ultima manha na Escocia demos um passeio por Inverness, que aquilo e’ mesmo pequenino, e compramos os ultimos souvenirs e postais, que infelizmente ainda não foram escritos nem enviados, mas acho que a intencao tambem conta, e assim que acabar isto vou escreve-los!  (fotos pela familia Pegado)
 


 
Not even on purpose… while I’m writing this post about my trip to Scotland the TV is showing “Braveheart”!
So I went with my family from London to Edinburgh (read Edinbra) by train (5h), spent 2 nights there, took another 4h train ride to Inverness, 2 more nights there and back to London by plane.
Scotland is a very interesting and clean country where everyone is extremely friendly and helpful. From a bus driver telling us the story of Edinburgh to a teen helping us finding a place to eat when it was pouring everyone would give us information and directions without even asking for it.
The main attractions of Scotland are, besides Nessie and the whiskey, the kilts, bagpipes and haggis.
These ones are quite easy to find and sometimes the pipes can be really annoying.
 
In Edinburgh we did a bit of sightseeing on the local “Lothian” double deck buses, from where we could get a nice panoramic view.  We also went to the castle, where it was so cold that it felt like winter and we walked all the way down “Royal Mile” towards the new parliament designed by Miralles. On the way we stopped at a small old house where the museum of Edinburgh is and tried to catch some of the many rabbits that live on the castle hill, right in the city centre.
We also went to Calton Hill where there’s some kind of construction that reminds me of Diana’s Temple in Evora. I have no idea why the Scots would have a Greek/Roman temple there but they must know…
I also went to Roslyn chapel. It’s an amazing small building, where every square inch of stone is carved as if that was a cathedral and the view from it is simply amazing.
 
For the meals we decided to go the local way and went to lots of pubs and asked for the local delicacies. Of course, in the end, I had to try a microscopic piece of haggis. Is not as bad as it looks but the idea is just the same as its Portuguese similar, which I’m not found of. About the kilts, we managed to see quite a few men wearing it but most of them worked at the castle so it was their uniform. The bagpipes, well, the worse representative of it was a young man standing in his traditional cloths in front of the parliament. Most of the time it sounded ok, but sometimes one note would come out wrong and it sounded really bad.
 
Back to Nessie and the whiskey. While planning this trip was imperative to go to Loch Ness, that’s when I found Inverness, the capital of the Highlands, as a base point for the monster-whiskey tour. Besides this top attractions, the highlands are a must go for hiking-trekking lovers as is just a “big green”, with hills, valleys, small rivers and a lot of nature. I’ll go back another time for that…
 
We arrived at Inverness at dinner time and the sunlight was still giving the feeling of 6PM. Inverness is higher than Oslo so in the summer there is barely night and the winter is very dark, probably with only 4 hours of daylight.
The next morning we headed to the tourism office as we had only 24hours to see the Loch Ness and a distillery. It seemed like an impossible task as the loch trip takes 3 hours and the last visit time at a distillery is a 3h30PM. Thanks to the so famous “British punctuality” we managed to go to the lake, grab a sandwich for lunch and head to the distillery. Once again we got to experience the Scottish kindness and got dropped by the bus driver just outside the whiskey place where there wasn’t any bus stop and the message of “don’t worry, I’ll pick you up by 5PM on my way back, just wait on the roadside”. This is a public bus, with other people traveling in it!
The distillery has whiskey (!) in all its stages, from the grains to the casks. Is not a very exciting process but is an ok visit, specially because in the en you get to try some whiskey, Scottish way, which means that you add the water in every sip you take.
 
On our last morning in Scotland there was still some time left to visit Inverness, buy the last souvenirs and postcards which, by the way, were not written yet. I’ll do it after finishing this post! (photos by family Pegado)
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